Ela já nasceu puxando o ar, sabia que muitas vezes ele faltaria quando estivesse cansada em quadra.

Os olhos sempre foram vivos, sabia que não poderia perder aquela marcadora de vista.

O raciocínio desde pequena sempre foi muito rápido, as pessoas não sabiam como seria útil num jogo de 3×3.

O choro sempre esteve presente, podia ser de felicidade ou de tristeza, a emoção bateu na porta dessa casa deu um “Smile” e resolveu fazer morada.

 Batalhou contra uma guerra interna, seu corpo gritou, fazendo-a ouvir e parar; deixou que ficasse firme, que virasse uma fortaleza, precisaria dele para muitas batalhas nas quatro linhas e milhares de guerras fora delas.

Pensou muitas vezes em desistir, não é fácil viver com tantas adversidades. Mas pra ela, o mundo é muito maior, todo obstáculo pode ser ultrapassado seja com o salto (que tanto gosta) ou com o tênis que ela nasceu pra usar.

Perdeu em diversas situações, aprendeu só em algumas, mas é isso que acontece no campeonato da vida, felizmente sempre temos um novo jogo para tentar.

O que fez com as vitórias? Não só viraram medalhas e histórias, como deram sentido para sua vida.

Se ela parou? Claro que não, vai voar pelo mundo, mesmo que seja em sua cama com um livro na mão.

Essa é uma história verídica da atleta Luana Ariescha e o que você tem a ver com ela? É de uma mulher que nunca desiste, que mesmo apanhando da vida, conseguiu ver que o aprendizado é sempre válido.

Vai lá, faça sua cesta, escreva sua história com as próprias mãos e seja sempre inspiração para alguém. Com certeza não há maior legado que esse.

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